Pular para o conteúdo principal

Ame.

 Me ame!
 Parece meio autoritário, mas só assim saberá o quanto você é importante para mim.
 Me ame,
 e diga-me que, mesmo ficando triste algumas vezes, os momentos felizes foram melhores.
 Me ame.
 Quando tudo acabar, saiba que: a vida foi bem mais divertida depois que nos conhecemos.
 Me ame?
 Vai valer a pena, vai valer a pena cada riso, lágrima, suspiro, beijo, abraço. Vai valer a pena.
 Me amou,
 e quando meu ar se foi, pensou: queria estar ao seu lado pra um último adeus...


Faça .

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Uma conversa sobre Tradição

  à Débora Rocha, amiga querida e professora admirável Em mais um outro dia, em conversa com uma de minhas amigas, um assunto que sempre surge é o ofício de ser professor. Para além de sê-lo, há ainda a diferença apontada por Norma Telles no artigo dela “ Autor+a ”, no livro organizado por José Luis Jobim, o Palavras da Crítica de 1992. Ora, o que tem a ver um livro que trata das “Tendências e Conceitos no Estudo da Literatura” com o ofício de ser professor+a? Espero e desejo que, diferentemente das cabeças maquinárias programadas para pensar e escrever um texto dissertativo argumentativo modelo Enem, eu consiga fugir desse padrão. Entendam: é muito, muito, muito (mas muito mesmo) difícil fugir de uma fórmula para executar qualquer tipo de atividade. A redação de qualquer tipo textual não foge à regra. Talvez o exemplo mais fácil para ilustrar o que eu digo seja uma metáfora besta, que há muitos anos, serpenteia os caminhos do conhecimento que tento, todos os dias, vincar para...