Pular para o conteúdo principal

Eu?

    Sou terrível...
    Manipulo mentes, levo-as a pensar e a optar por aquilo que quero.
    Sou chata...
    Faço de tudo pra ser ouvida, pois vivo num país onde é preciso brigar para que se tenha voz.
    Me esforço para ser reconhecida. 
    Tenho que ser reconhecida.
    Imposições, propostas por uma sociedade capitalista, na qual, se você não tem dinheiro, você não é nada. Nada.
    Sou chorona...
    Feliz, ou triste magoada ou não, eu vou chorar.
    Sou manhosa...
    Sou direta, algumas vezes julgada como grossa.
    Ser humano.
    Ser julgado.
    Ser vivo.
    Ser... Sejá lá o que for

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Uma conversa sobre Tradição

  à Débora Rocha, amiga querida e professora admirável Em mais um outro dia, em conversa com uma de minhas amigas, um assunto que sempre surge é o ofício de ser professor. Para além de sê-lo, há ainda a diferença apontada por Norma Telles no artigo dela “ Autor+a ”, no livro organizado por José Luis Jobim, o Palavras da Crítica de 1992. Ora, o que tem a ver um livro que trata das “Tendências e Conceitos no Estudo da Literatura” com o ofício de ser professor+a? Espero e desejo que, diferentemente das cabeças maquinárias programadas para pensar e escrever um texto dissertativo argumentativo modelo Enem, eu consiga fugir desse padrão. Entendam: é muito, muito, muito (mas muito mesmo) difícil fugir de uma fórmula para executar qualquer tipo de atividade. A redação de qualquer tipo textual não foge à regra. Talvez o exemplo mais fácil para ilustrar o que eu digo seja uma metáfora besta, que há muitos anos, serpenteia os caminhos do conhecimento que tento, todos os dias, vincar para...