Pular para o conteúdo principal

Planos, encantos

 Casa no campo, apartamento com vista pro mar. Que profissão seguir, esperar um pouco mais pra se decidir. Morrer de alegria, se matar de tristeza por causa de um grande amor.
 Encantos que muitas vezes passam, surpresas que algumas vezes ficam, lembranças que marcam por uma vida toda. Fazendo plenos e belos planos ao longo da vida, planos que se realizaram, ou que se frustraram com o girar dos ponteiros. Mas de fato é impossível viver sem planos, sem almejar um lugar para chegar.
 Coisas que vão se formando de fragmentos de outros pensamentos, de outras falas e mancadas, aprendendo com os erros dos outros, e assim crescendo e amadurecendo.
 Casar e ter filhos. Construir família, porque morrer sem uma é muito triste... Viver e sofrer, se entregar e ver no que vai dar.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Uma conversa sobre Tradição

  à Débora Rocha, amiga querida e professora admirável Em mais um outro dia, em conversa com uma de minhas amigas, um assunto que sempre surge é o ofício de ser professor. Para além de sê-lo, há ainda a diferença apontada por Norma Telles no artigo dela “ Autor+a ”, no livro organizado por José Luis Jobim, o Palavras da Crítica de 1992. Ora, o que tem a ver um livro que trata das “Tendências e Conceitos no Estudo da Literatura” com o ofício de ser professor+a? Espero e desejo que, diferentemente das cabeças maquinárias programadas para pensar e escrever um texto dissertativo argumentativo modelo Enem, eu consiga fugir desse padrão. Entendam: é muito, muito, muito (mas muito mesmo) difícil fugir de uma fórmula para executar qualquer tipo de atividade. A redação de qualquer tipo textual não foge à regra. Talvez o exemplo mais fácil para ilustrar o que eu digo seja uma metáfora besta, que há muitos anos, serpenteia os caminhos do conhecimento que tento, todos os dias, vincar para...