Pular para o conteúdo principal

Que se ajeita o que, tsc!


 "Calma, tudo se ajeita! Mas enquanto isso, corra atrás!"

 Correr atrás de quem? Do quê?
 O que se ajeita? Como se resolve? Como?
 Não encontro um saída plausível
 Já não tá na hora de crescê?
 Tenho feito o possível
 Esperar mais o quê?

 O que se esperar do inesperado?
 Pensei que a idade das perguntas já tivesse findado
 Chega de chorar! Vai trabalhar!!
 E aí? Alguém tá precisando de uma fonte insecável?
 Isso aqui não acaba tão cedo.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Uma conversa sobre Tradição

  à Débora Rocha, amiga querida e professora admirável Em mais um outro dia, em conversa com uma de minhas amigas, um assunto que sempre surge é o ofício de ser professor. Para além de sê-lo, há ainda a diferença apontada por Norma Telles no artigo dela “ Autor+a ”, no livro organizado por José Luis Jobim, o Palavras da Crítica de 1992. Ora, o que tem a ver um livro que trata das “Tendências e Conceitos no Estudo da Literatura” com o ofício de ser professor+a? Espero e desejo que, diferentemente das cabeças maquinárias programadas para pensar e escrever um texto dissertativo argumentativo modelo Enem, eu consiga fugir desse padrão. Entendam: é muito, muito, muito (mas muito mesmo) difícil fugir de uma fórmula para executar qualquer tipo de atividade. A redação de qualquer tipo textual não foge à regra. Talvez o exemplo mais fácil para ilustrar o que eu digo seja uma metáfora besta, que há muitos anos, serpenteia os caminhos do conhecimento que tento, todos os dias, vincar para...