Pular para o conteúdo principal

07 de Janeiro de 2017, chamamento à lucidez

daí, então a hipnose pelo o que não é perfume e cheira a preencher todo osso pneumático e me faz pato
sem colateralidade de sinusite. Ainda assim me enjoa o estômago
da boca dizer sem verbo, Do corpo
Há corpo
em inversão e também pelo avesso de dentro e todo o que faz pedir que queira amar pois que me 
engula
mais

De cima a baixo, pelo meio e não te desça seca e muito menos atravessada
que mal nunca te quis
Contudo, meio enxuta, por outro lado para amenizar o calor de corpos que se pregam sob o ventilador 
que nem mesmo pôde tentar porque não é, e não deve
não impediu a ramona que perdesse seus cabelos em meu corpo

De qualquer modo, falha em não deixar a nuca saborosa em sal doce. Soluça a tanto cuidado
e não dura mais que um banho

(i.) Reescrito em 2020.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Uma conversa sobre Tradição

  à Débora Rocha, amiga querida e professora admirável Em mais um outro dia, em conversa com uma de minhas amigas, um assunto que sempre surge é o ofício de ser professor. Para além de sê-lo, há ainda a diferença apontada por Norma Telles no artigo dela “ Autor+a ”, no livro organizado por José Luis Jobim, o Palavras da Crítica de 1992. Ora, o que tem a ver um livro que trata das “Tendências e Conceitos no Estudo da Literatura” com o ofício de ser professor+a? Espero e desejo que, diferentemente das cabeças maquinárias programadas para pensar e escrever um texto dissertativo argumentativo modelo Enem, eu consiga fugir desse padrão. Entendam: é muito, muito, muito (mas muito mesmo) difícil fugir de uma fórmula para executar qualquer tipo de atividade. A redação de qualquer tipo textual não foge à regra. Talvez o exemplo mais fácil para ilustrar o que eu digo seja uma metáfora besta, que há muitos anos, serpenteia os caminhos do conhecimento que tento, todos os dias, vincar para...